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Paulo Esteireiro

Paulo EsteireiroPaulo Esteireiro é licenciado, mestre e doutorado em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa.

No domínio da comunicação social é, desde 2000, crítico musical da revista espanhola Ópera Actual para o Teatro Nacional de São Carlos (Lisboa) e foi colaborador permanente da secção de música do Jornal de Letras, Artes e Ideias (2000-2007), tendo escrito para estas duas publicações mais de duas centenas de textos sobre música. Assinou ainda uma rubrica semanal sobre música e edições na Revista do Diário de Notícias, entre 2005 e 2010. A partir de 2010, passou a colaborar semanalmente no Jornal da Madeira, com uma rubrica sobre educação e artes. Ainda no âmbito da comunicação social, foi autor de duas séries de 12 documentários para a RTP-M, intituladas de “Músicos Madeirenses”.

No domínio editorial, é autor e coordenador de várias publicações, entre as quais se destacam Uma História Social do Piano – Emergência e Declínio do Piano na Vida Quotidiana Madeirense (1820-1930) (CESEM), Músicos Interpretam Camões (co-edição da Fundação Calouste Gulbenkian com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda), 50 Histórias de Músicos na Madeira (edição da Associação de Amigos do GCEA), Regionalização do Currículo de Educação Musical no 2.º Ciclo do Ensino Básico (edição da Direção Regional de Educação- Gabinete Coordenador de Educação Artística – Funchal) e o livro com composições da sua autoria 10 Novas Composições para Braguinha (AREArtística). É ainda coordenador da Coleção Madeira Música, série editorial que já publicou oito CD-Rom+Áudio sobre obras musicais históricas madeirenses e que permite ouvir composições maioritariamente do século XIX e primeira metade do século XX, contextualizadas na sua época através de textos de vários especialistas.

Como intérprete de guitarra clássica e braguinha (variante do cavaquinho), atuou regularmente no Quarteto de Guitarras e no Ensemble de Guitarras da DRE/Educação Artística, tendo atuado em diversos concertos pedagógicos, com o propósito de promover o repertório erudito para braguinha e guitarra, em diversos espaços de concerto na Ilha da Madeira: Funchal, Câmara de Lobos, Santana, São Vicente, Ponta do Sol, etc. (atuações também para a RTP-M).

Tem escrito vários artigos na área da musicologia e da pedagogia, para várias revistas e publicações da especialidade no âmbito nacional, tais como a Revista da Associação Portuguesa de Educação Musical, a Revista Itinerários (Instituto Superior de Ciências Educativas), a Revista EduSer (Escola Superior de Educação de Bragança), a Revista Xarabanda, a Revista Islenha (Direção Regional dos Assuntos Culturais), a Revista Portuguesa de Educação Artística (Direção Regional de Educação, Madeira), a Revista Convergência Lusíada (Real Gabinete Português de Leitura, Rio de Janeiro) e o livro A Madeira e a Música.

Paulo Esteireiro - 10 Novas Composições para BraguinhaTem participado regularmente com várias comunicações e conferências em Fóruns e Encontros especializados em artes e educação, entre os quais se destacam o 6.º Colóquio do PPRLB, Real Gabinete Português de Leitura (Rio de Janeiro, 2012), Ciclo de Conferências  "Visões de Futuro para a Educação Artística" (Funchal, 2011), no qual foi conferencista e coordenador do ciclo, a 19ª Conferência da EAS (European Association for Music in Schools) realizada em Gdansk (Polónia, 2011) o  Seminário “República e Republicanos na Madeira” (Funchal, 2010), o Ciclo Musical e de Conferências "A Música na História da Madeira", no qual foi conferencista e coordenador do Ciclo (Funchal, 2010), o Fórum Musicológico "O Património Musical em Portugal: Inventariação, Projetos, Urgências" (Linda-a-Velha, 2009), a 17ª Conferência da European Associaton for Music in Schools (Tallinn, 2009), a Conferência Mundial da International Society of Musical Education (Bolonha, 2008), a Conferência Ibero-Americana de Educação Artística (Beja, 2008), a Visita de Estudo para Especialistas em Educação (Stornoway, 2008), a Conferência Nacional de Educação Artística (Porto, 2007), entre outros. Ainda neste âmbito, foi coordenador da Equipa Organizadora do Congresso Regional de Educação Artística nas três edições realizadas (Funchal, 2010, 2011 e 2012).

No domínio do ensino, foi entre 2008 e 2012 assistente convidado da Escola Superior de Educação de Setúbal e assistente do 1.º triénio da Escola Superior de Educação de Bragança - entre 2002 e 2005 -, onde lecionou as disciplinas da área das Ciências Musicais. É atualmente professor adjunto convidado do Instituto Superior de Ciências Educativas (Odivelas). Lecionou História da Música na Escola Profissional de Música de Almada (10.º ao 12.º ano) e ocupou o cargo de Diretor Pedagógico da Academia Musical da Ilha Graciosa e da Escola Profissional da Ilha Graciosa. Foi professor de guitarra clássica na Academia de Música da Liga dos Amigos de Queluz (escola onde mais tarde veio a ser diretor pedagógico), na Escola de Música da Foco Musical (Lisboa), no Gabinete Coordenador de Educação Artística (Madeira) e no Abrigo Infantil de Nossa Senhora da Conceição (Madeira).

No domínio da produção, foi assistente de produção da ópera Rigoletto de Verdi, organizada pela Foco Musical na Junta de Freguesia de S. João de Brito (Câmara Municipal de Lisboa), produtor da ópera Bastien e Bastienne de Mozart, em Santa Cruz da Graciosa, e coordenador dos espetáculos Quem tramou a Flauta Mágica, baseado na ópera de Mozart, A Flauta Mágica, A Voz na Seda das Palavras (Jorge Salgueiro e Ester Vieira), Carmen em Ritmo de Hip-hop, a partir da ópera Carmen de Bizet, e Rigoletto e o Portal de Cristal, inspirada na ópera Rigoletto de Verdi, organizados pelo Gabinete Coordenador de Educação Artística, no Funchal.

Atualmente é Chefe da Divisão de Investigação e Multimédia da Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia, onde dirige as seguintes áreas: a Biblioteca, o Setor de Edições, os Estúdios de Gravações Áudio e Vídeo e o Centro Multimédia, os Estudos de Musicologia Histórica, a Área de Tratamento de Dados, a Magazine de Educação Artística e a Livraria Online.

Ligações

Paulo Esteireiro

 

Publicações

Problemas Centrais da Educação Artística: Relexões sobre a Atualidade e Desaios para o Futuro

Gonçalo Cruz

Gonçalo Cruz nasceu no Porto em 1979.

Cresceu na companhia das artes visuais, do desenho e da pintura. Estudou pintura e História da Arte sob a direção de António Silva (artista plástico e professor) que lhe deixou uma profunda marca, e um renovado espírito crítico sobre o universo mais alargado das Artes.

Embora descubra uma nova paixão pela música em 1997, candidata-se ao ensino superior e é aceite na faculdade de Belas Artes do Porto - pintura - escola que nunca chega a frequentar. Ingressa antes no curso de Arquitetura na Escola Superior Artística do Porto que frequenta sem grande dificuldade, mas com muito pouco entusiasmo até ao 5º ano em 2002.

Ao longo dos anos realiza trabalhos de web design e design gráfico, quase sempre relacionados com música - desenho gráfico de álbuns, logotipos e imagens de bandas, associações de música...

De tal forma é o desencanto no ensino superior, que suspende os estudos em 2003. Mais tarde, em 2009, vem a realizar Estágio profissional no atelier de Arquitetura Miguel Barbosa Arquitetos e a fazer o Mestrado em Arquitetura sob o tema “Processo de Design e eficiência energética, em 2013.

Durante o ano de 2012, leciona e promove seminários sobre Processo de Design, e CAD - desenho assistido por computador.

Paralelamente à Arquitetura e ao Design, o interesse e dedicação à música estiveram presentes desde muito cedo.

Atividade

Anos 90

Anos 2000 2010 em diante

Baseado no labor pessoal e formação artística que desenvolveu ao longo da sua vida, Gonçalo encontra por fim um universo próprio onde pode trabalhar profissionalmente. A materialização desse universo é a marca GonçaloCruzDesign©

Mais de uma década passada, Gonçalo Cruz, como músico, construtor, e formador de novos músicos, assume-se como um dos mais influentes gaiteiros portugueses da nova geração.

Catarina Araújo

Catarina Araújo

Nascida e residente em Braga, Catarina Araújo iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, onde teve aulas de formação musical, guitarra, coro, composição e orquestra de guitarras, o que contribuiu para aumentar o seu gosto e conhecimento pela música. Foi ainda no Conservatório que completou o 5º grau de Guitarra, Formação Musical e Ballet Clássico, em 1996.

Mais tarde, frequentou aulas de Canto na Escola de Música Mozart em Braga, e em 2006 fez o 4ºgrau de Canto pela The Associated Board of the Royal Schools of Music.

Embora o seu percurso profissional a tenha levado a licenciar-se em arquitetura em 2004 (Universidade do Minho), profissão que exerce atualmente, sempre esteve ligada à música, e cantar é uma das suas grandes paixões.

Em 2001, tornou-se elemento integrante do grupo de música tradicional Canto D’Aqui , do qual faz parte até hoje, e com o qual já conta com várias atuações um pouco por todo o país, e também em Espanha, França e Brasil. Tem ainda participado em grupo e como solista em todos os espetáculos de Tributo a Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira promovidos pelo grupo e mais recentemente no concerto 40 Anos de Abril. Estes espetáculos já visitaram várias salas do país e de Espanha, entre as quais se destacam o Theatro Circo de Braga, O Teatro da Luz em Lisboa (com transmissão direta para a Antena 1) e a Casa da Música do Porto.

Fez parte de todos os CD’s e DVD gravados pelo grupo Canto D’Aqui.

Em 2011, foi convidada para integrar o júri do Festival RTP da Canção.

Ao longo dos últimos anos, foi-se dedicando à composição, e em Junho de 2012, lançou o seu CD a solo, intitulado “Estórias ao Luar”, composto na sua maioria por temas originais em português dos quais letra e música são da sua autoria. Os arranjos musicais ficaram a cargo de Giovani Goulart. 

Estórias ao Luar conta um pouco de mim escondida nas letras das canções que escrevo…um CD cheio de vidas e momentos que fazem parte da canção da minha vida. Catarina Araújo

Ligações

  Canto da Maré – Catarina Araújo (tema original do CD Estórias ao Luar) 

  Nas asas de um amigo – Catarina Araújo (tema original do CD Estórias ao Luar)

  Menino do Bairro Negro  – Catarina Araújo (Tributo a Zeca Afonso – Theatro Circo 2011)

  Tu Gitana  – (Amigos Maiores que o Pensamento –Casa da Música 2012)

  Olhos Negros – (Canto D’Aqui – TV Galiza)

Sara Braga Simoes

Sara Braga Simoes, Soprano

Sara Braga Simões formou-se em Canto pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto em 2001, tendo mais tarde tirado o Mestrado na Universidade de Aveiro em 2011. Atualmente está a fazer o doutoramento em “Music Performance” na Universidade de Aveiro.

Sara Braga Simões venceu vários prémios nacionais e internacionais. A crítica internacional de ópera descreve-a como uma soprano de extensão impressionante (Opera Now) e com um desempenho excecional (Opera Magazine).

É convidada regular nas temporadas do Teatro Nacional de São Carlos e nos principais teatros, salas de concerto e festivais de música portugueses. Tem-se apresentado, também, em Espanha, França, Inglaterra, Eslovénia, Andorra e Moçambique.

Em ópera, interpretou dezenas de papéis principais dos quais se destacam Pamina (A Flauta Mágica), The Governess (The Turn of the Screw, Britten), Gretel (Hänsel und Gretel), Susanna (Le Nozze di Fígaro), Rita (Donizetti), Zerlina (Don Giovanni), Despina (Così fan Tutte), entre dezenas de outros.

O seu repertório concertístico abarca obras de compositores como Händel, Pergolesi, Vivaldi, Ravel, Berio, George Crumb, George Benjamin, Peter Maxwell Davies e também as obras Messiah de Händel (com a orquestra Metropolitana), Ein Deutsches Requiem de Brahms, Gloria de Poulenc (ambos para o Teatro Nacional de São Carlos) e Des Knaben Wunderhornde Mahler (para a Casa da Música), entre outras.

Sara Braga Simões foi a soprano escolhida para o papel principal feminino na estreia absoluta de sete óperas do século XXI e para a estreia de muitas obras de compositores consagrados como João Pedro Oliveira, Nuno Côrte-Real, Luís Tinoco, Carlos Azevedo e Aubert Lemeland. Destaca-se a estreia absoluta da ópera O Sonho de Pedro Amaral, em Londres, com a London Sinfonietta.

Foi dirigida por maestros como: Lawrence Renes, Martin André, Stefan Asbury, Peter Rundell, Johannes Willig, Laurence Cummings, Marcos Magalhães, Ferreira Lobo, Cesário Costa, António Saiote, Marc Tardue, Osvaldo Ferreira, Pierre-Andre Valade, entre outros.

Os seus concertos são frequentemente gravados pela RTP e RDP. Gravou, com o pianista Luís Pipa, a integral da obra para Canto e Piano de Eurico Thomaz de Lima.

Ao longo do seu percurso académico, Sara Braga Simões teve como mestres Manuela Bigail, Rui Taveira e Peter Harrison.Continuou os seus estudos em Londres com Susan McCulloch. Atualmente, recebe orientação de Elisabete Matos

Ligações

URL: sarabragasimoes.blogspot.pt

 Sara Braga Simões

Apoios Bobina Studio

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