Tuniko Goulart
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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- Publicado em Talentos
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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Membro dos Grupos de Fados de Coimbra "Toada Coimbrã” e “Grupo de Canto e Guitarra do Orfeão de Viseu”, sendo autor e arranjador de várias composições. Músico residente da banda de acompanhamento da cantora Isabel Silvestre. É Professor, desde o ano letivo de 2006/2007, do curso de Guitarra Portuguesa (variante de Coimbra) no Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão, em Viseu, onde tem a Direcção do Ensemble de Guitarras Portuguesas. Foi seccionista da Secção de Fado da AAC. Membro da Estudantina Universitária de Coimbra; Membro fundador da Tuna Académica Infantuna Cidade de Viseu. Publica em Maio de 2002, através da Palimage Editores a monografia intitulada “Dez Anos de Infantuna – Contributo Para a Memória de UM Fenómeno”. Publica em Março de 2012, em coautoria com Eduardo Coelho, Jean Pierre Silva e Ricardo Tavares a obra “QVID TUNAE – A Tuna Estudantil em Portugal”. Conferencista em várias ocasiões no âmbito da temática da Tuna estudantil. |
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A música surgiu cedo na vida de Paulo Peixoto, muito por influência familiar. Com um avô, tios, pais e um irmão apaixonados pela música, Paulo Peixoto depressa percebeu qual era o seu grande amor. Em 1982 formou o grupo Anima, juntamente com Firmino Neiva, Manuel Beleza, Zé Menezes e Casimiro Talaia, para tocar standards e originais, na área do Jazz e da Fusão. Em 1986, a convite de Pedro Abrunhosa, foi percussionista da Orquestra de Jazz do Porto, que foi o embrião dos futuros projetos do conhecido cantor português. Nesta época, estudou e tocou com Rui Júnior, na Escola de Jazz do Porto e integrou diversas formações, com Edgar Caramelo, Mário Laginha e outros.
Do seu percurso fazem parte ainda a participação no grupo Som Ibérico que se focalizava em novas abordagens da música Portuguesa, com uma vertente de música improvisada, no projeto Dança dos Homens, composto por músicos de várias áreas musicais, que exploram sonoridades que vão do Rock, à música Celta e a influências do Jazz e o grupo Origem Tradicional, com Daniel Pereira " Cristo ", Casimiro Pereira e outros amigos, com uma forte aposta na música das nossas raízes. Para além deste trabalho, tem colaborado em vários projetos, como o trio de João Galante, André Sarbib e gravações em diversos contextos. |
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PERCURSO ACADÉMICO Bruno Estima iniciou os seus estudos musicais aos 7 anos com o Prof. Jorge Lee e a Prof. Joaquina Lee, entrando em 1991 para o Conservatório de Música de Aveiro em piano, onde concluiu o 4º grau em 1995, ingressando posteriormente na Escola Profissional de Música de Espinho em Percussão. Em 1999, ingressa na Universidade de Aveiro na Licenciatura de Música (ensino de) Percussão, concluída em 2005. Durante o seu percurso académico frequentou vários estágios de orquestra como:”Bracar Augusta 98′ e 99′; OEPM 98′ e 00′; Orq. da Escola de Música de Espinho; Jornadas da Nova Música-Aveiro 99′ e 01′. Frequentou workshops orientados por Pedro Carneiro, Miguel Bernat, Arthur Lipner, Conny Kadia, Alexandre Frazão, Denis Riedenger, Oliver Pelegri e Philippe Spiesser. Em Março de 2001 ganha a bolsa “Yamaha Scholarship Award 2001-Portugal”. E finalmente, como baterista do Chão Nosso obteve o 1º lugar no concurso ”Arena Rock Café” em 200 e o 3º lugar no concurso Rolland/SuperBock Music Challenge 2004. Em 2007/2008 frequentou o Curso de Animadores Musicais da Casa da Música Porto. Em 2008 frequentou o Curso de Teatro Amador da Companhia de Teatro Efémero – Aveiro. PERCURSO PROFISSIONAL Professor/Educador Em 1999 inicia a prática pedagógica na Escola da Filarmónica União de Oliveira do Bairro; em 2000 passa a lecionar no ensino oficial no Conservatório de Música da JOBRA até 2010. Percussionista/Performer
De 2000 a 20007 fez parte da banda pop Chão Nosso como baterista, com a qual gravou uma maqueta e o 1º álbum. Entre 2001 e 2005 fez parte do projeto Bach2Cage; Em 2003 inicia um projeto pessoal Beat2beat (duo de percussão com António Bastos). Em 2005 organizou o primeiro concurso de caixa nacional e no ano seguinte faz surgir o “tum-pa-tum-pa” que engloba o 2º concurso de caixa e o 1º de bateria. Em 2007 cria em conjunto com mais 3 professores da Escola de Artes da Bairrada o projeto “Bolling Quartet”. Em 2007 oficializa o projeto Crassh. Um trabalho contínuo com alunos, que abandonou as paredes da sala de aula. Em 2010 integra a Orquestra de Gamelão da Casa da Música – Porto. Com estes projetos já participou em performances em salas de espetáculos de Portugal, Espanha e França inseridos em festivais nacionais e internacionais e em performances televisivas. Ao longo destes anos tem ainda integrado vários programas da Orquestra das Beiras, Orquestra Nacional do Porto e Orquestra Metropolitana de Lisboa. |
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