Tuniko Goulart
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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- Publicado em Talentos
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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Em 1990 iniciou o estudo de piano clássico na Academia Parnaso com a professora Maria de Lourdes Alves, e a partir de 1994, estudou piano (harmonia e composição) na Escola de Jazz do Porto com a professora Paula Sousa. Apesar da sua formação base ser o piano, também toca guitarra e harmónica. A partir de 1998 Paulo Veloso atuou em numerosos festivais de blues e de jazz (Gaia Blues, Santa Maria Blues - Azores, Évora Jazz & Blues, Matosinhos Jazz, Festival de Blues Béjar - Guarda, Seia Jazz & Blues, Funchal Jazz, Praia Blues - Terceira Azores, Douro Blues, Jazz na Praça da Erva - Viana, Caminha Blues & Soul) para além das performances em festivais de Verão (Vilar de Mouros, Sudoeste, Festa do Avante, Marés Vivas), nas Queimas, nas primeiras partes da mini-tour de Robert Plant (Aula Magna e Coliseu do Porto), diversas concentrações de Motards, chegando a tocar até no Estabelecimento Prisional de Lisboa.
Toca maioritariamente blues, tendo acompanhando cantores norte-americanos designadamente, Zakiya Hooker (filha de John Lee Hooker), Ollan Christopher Bell (Natural 4) e Mable John, a famosa lead das Raelettes (Ray Charles), que foi a primeira cantora feminina a assinar pela Motown Records. No panorama de blues nacional tocou com diversas bandas (Johnny Blues Band, Daniela Galbin, B-flat Blues Band, Indiana Blues Band, Judy Blue Eyes e pontualmente com a Minnemann Blues Band e Budda Power Blues). No contexto pop-rock toca com os Drive, André Indiana e Monica Ferraz. |
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Discografia André Indiana - Music For Nations | Indiana Blues Band - Blood Line | Drive - páginas de um dia | André Indiana - X-Glamour | Mónica Ferraz - Start - Stop Budda Power Blues - One In a Million | André Indiana - A.I. | Monica Ferraz -(não titulado)
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Rui Gama é natural do Porto, e concluiu os Cursos Complementares de Percussão na Escola Profissional de Música de Espinho e de Guitarra no Conservatório de Música do Porto. Finalizou na Universidade de Aveiro a Pós-Graduação em Performance – Guitarra sob orientação dos Professores Nancy Harper e José Pina. Recentemente realizou a Prova de Especialidade, vertente Instrumento – Guitarra, na Escola Superior de Música de Castelo Branco. Frequentou cursos de Interpretação com Abel Carlevaro, Robert Brightmore, Roberto Aussel, Alberto Ponce, Tomas Camacho, Leo Brouwer, Betho Davezac, François Dry, Carlos Bonell e Hopkinson Smith.
Atualmente integra L’Effetto Ensemble, com a soprano Dora Rodrigues e Ciglia Ensemble, com o bandolinista António Vieira. Como solista apresentou-se com a Orquestra do Conservatório de Braga com o Concerto de Villa-Lobos, com a Orquestra Nacional do Porto o Concerto de Aranjuez sob a direção de Martin André na Casa da Música do Porto, o Concerto Andaluz de Rodrigo, estreia em Portugal no X Concurso Internacional Cidade do Fundão, o Concerto de Aranjuez com a Orquestra Clássica do Centro, o Concerto Acerca de la Felicidad de Javier Ribas, estreia com a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolim e com o Ensemble à plectre de Esch-Sur-Alzette do Luxemburgo sob a direção do Maestro Juan Carlos. Outros projetos incluem a gravação em CD “Dezassete Peças para Guitarra” do compositor Paulo Bastos bem como a participação no Festival de Ópera de Ponte de Lima com a Orquestra Nacional do Porto na obra “Il Barbiere di Siviglia” de G. Rossini, sob direção do Maestro Marc Tardue. |
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Desde cedo demonstrou uma forte vertente musical que teve expressão nas aulas de piano, o seu instrumento de eleição, e no coro “Oficina do Canto” de Montemor-o-Novo, do qual foi integrante durante 2 anos. A sua primeira oportunidade no mundo da música surgiu, em 2006, com a possibilidade de participar no Festival da Canção Júnior. Nessa altura começou a compor, juntamente com um amigo, a música com a qual saiu vencedor, “Deixa-me Sentir”. Nesse mesmo ano, a 2 de Dezembro, representou Portugal, na Roménia, país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção. Depois de um ano repleto de esperanças e conquistas, lançou o seu primeiro álbum “Dá-me a tua mão”, que o vem sedimentar na cena musical portuguesa. Sem nunca deixar os estudos para segundo plano e, enquanto filho de pais professores, Pedro tem bem presente a necessidade de uma boa educação e pretende passar essa mensagem aos seus fãs. Atualmente na Universidade Católica de Lisboa, o jovem licenciado em Comunicação Social e Cultural frequenta o Mestrado de Televisão e Cinema. Dotado de grande persistência e humildade, Pedro Madeira quer construir uma carreira sólida e estável, marcando um estilo próprio pelo qual deseja ser reconhecido. O seu segundo trabalho “Viagem”, lançado em 2009, vem verificar todos estes objetivos e estabelecer a maturidade musical. O single “Descobre-me”, que fez parte da banda sonora da telenovela da TVI “Sentimentos”, dá o mote para o reconhecimento da essência do artista. “Quando pensares em desistir ou desaparecer. Levanta a cabeça, acredita, tu consegues vencer”.
O ano de 2014 traz consigo um novo álbum, o 4º do cantor, e com ele nasce uma nova responsabilidade: continuar fiel ao seu estilo cativando novos públicos. Os dois singles de avanço, "A Lenda" e "Aprendiz", dão-nos a conhecer essa nova evolução. Uma sonoridade mais abrangente e cativante pela sua essência poética. Depois de conquistar o país, de deixar a sua marca na banda sonora de telenovelas de sucesso e de se afirmar como o único “Teen idol” português, regressa com a missão de aniquilar novas batalhas e de cortar novas metas, sempre ambicionando o impossível para que o possível seja a mais pura das rotinas. Os dados foram lançados, as cartas estão na mesa, só nos resta assistir à contínua ascensão do menino que cresceu aos nossos olhos e que degrau a degrau se vai tornando numa figura incontornável do panorama musical do nosso país. |
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