Tuniko Goulart
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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- Publicado em Talentos
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“Não confundam um bom executante com um excelente músico, pois o músico tem emoção e o tecnicista é mais automatismo que alma.”
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Enquanto compositor foi laureado em 2009 com o Prémio de Melhor Música Eletrónica Portuguesa no X Concurso de Música Eletroacústica, promovido pela Miso Music, com a obra The Electronic Sounds of the Birds. Nuno Figueiredo foi finalista do 2º Concurso Internacional de Composição, promovido pela Casa da Música em 2009, com a obra Klanken Uit e no 1º Concurso internacional de composição Novos Compositores, com a obra Considerationibus, realizado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa em 2013. Em 2010 venceu o 5º Concurso Internacional de Composição da Póvoa do Varzim, com um concerto para clarinete e orquestra Ocaso, na interpretação do clarinetista Sérgio Silva Neves e, no ano seguinte, foi distinguido com uma menção honrosa no 1º concurso Internacional de Composição Caravelas, com a obra Zoey, Duas Imagens Poéticas. Venceu o 1º prémio de composição com a obra Memorandum of Understanding, no 1º Concurso Internacional de Composição Jorge Peixinho. Enquanto professor, no Conservatório Regional de Coimbra e no Conservatório de Música e Artes do Dão, lecionou Música de Conjunto, Formação Musical e Análise e Técnicas de Composição. Durante este período criou e implementou mais de cem obras didáticas, destinadas a alunos que iniciavam o primeiro contato com o instrumento, até seis anos de prática instrumental. Esta pesquisa, resultou na edição de obras originais para crianças, organizadas em cinco livros, “It´s Time For Music – original music for flexible children´s ensemble”. Atualmente reside e leciona na Eslováquia, país onde fundou a editora Ekolio Music Edition. |
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Os temas de LOADING apresentam uma sonoridade com diversas texturas sonoras, feitas através da utilização de sintetizadores que datam desde os anos 70, até aos modernos equipamentos utilizados na música elétrónica atual. A mensagem inscreve-se sempre numa perspetiva onírica, muito apoiada nas reflexões de Aldous Huxley em As Portas da Percepção, de forma a levar o ouvinte a um processo de “alienação saudável”. Assiste-se ainda a um cruzamento da eletrónica com outros instrumentos musicais, como o caso do piano acústico e a integração da palavra através de metódicos exercícios de spoken word, como em I Like to See the World in Slow Motion onde um texto de José Luís Peixoto é dito por Cuca Roseta.
A. C. |
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PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS CUCA ROSETA JOSÉ LUÍS PEIXOTO FERNANDA FREITAS |
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Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. URL: Critica de João Lopes no Blogue Sound + Vision
Loading - HIDING PLACE OF DREAMS
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Cantautor / Multi-instrumentista: Bandolim, Braguesa, Cavaquinho, Guitarra, Bouzouki (instrumentos de cordas) - Gaitas e Percussões (como curioso interessado) / Produtor / Compositor. Nasceu em Braga no dia 25 de Abril de 1979. Aos oito anos, começou a verdadeira paixão pela música, com o seu pai a ensinar-lhe a tocar cavaquinho. Com nove anos, o pai, Casimiro Pereira, leva-o para o Grupo de Música Tradicional Portuguesa Origem Tradicional, onde tem contacto com outros instrumentos: a Viola Braguesa, a Guitarra Clássica, o Bandolim, a Gaita de Foles, etc. E neste âmbito que conhece o trabalho de estúdio em 1993. Volta a gravar com o grupo Origem Tradicional em 2007 "Um Sol Maior" e em 2011 "as boltas do bira...". Aos Treze anos, surge a paixão pelo Teatro e pelas palavras. Frequenta um Curso de iniciação ao Teatro no qual representa Constantino, na peça de Alves Redol "Constantino o Guardador de Vacas e de Sonhos". Ingressa à posteriori a já extinta "Companhia de Teatro Nascente do Este". Na Universidade, tem uma breve passagem no Teatro Universitário do Minho e hoje participa pontualmente nos projetos e Recitais do Sindicato de Poesia de Braga, desde 2001. Aos dezoito anos entra para a Universidade do Minho (Licenciatura em Ensino de Física e Química) e para a Tuna de Ciências, a Azeituna, onde lhe deram o nome "Cristo". Entretanto passa por projetos Pop/Rock ("Bia Luli" e Suspeitos do Costume"). É na Azeituna que aprende e enriquece o seu trabalho como arranjador, compositor e orquestrador de Vozes e Instrumentos (essencialmente Cordas). Participa na produção musical dos discos: "Se as Capas Falassem" (2002), "Coro sobre Azul" (2003) e "Percursos" (2009). Atividade anos 2000
Em 2003, depois da música tradicional, surge uma forte paixão pela música Folk e ingressa nos Arrefole, que lançam o seu primeiro trabalho discográfico em 2006: "Veículo Climatizado". Em 2010 passa por um projeto de música Angolana, integrando à posteriori em 2011, com os músicos que lá conheceu, a banda Folk bracarense Dança dos Homens. Continua agora o sonho de querer fazer coisas novas e melhores... O sonho de ser Músico, o sonho de ser produtor e lutar pela cultura tradicional portuguesa! Nos cordofones tradicionais (Cavaquinho, Bandolim e Braguesa), procura criar uma série de instrumentais com sonoridades bipolares entre as raízes e a modernidade Dos temas Originais, ao Pop/Rock dos anos 90, passando pela música de raiz Tradicional, a Bossa Nova e a MPB, toca aquilo que gosta, com a paixão de quem não sabe viver sem música... A música intemporal que faz vibrar todas as gerações...
Atualmente, para além do trabalho a solo, faz parte de projetos bem variados: Origem Tradicional (Trad/Folk), Arrefole (Folk), neurÓnios aBariados (Rock), Daniel Pereira & BANDidos (Bares), Azeituna (UM), Sindicato de Poesia (Poesia encenada e interpretativa), colaborando ainda com a banda de Braga - Dança dos Homens (Folk). Tem-se dedicado também, nos últimos tempos, ao trabalho de estúdio, como produtor, nos estúdios da Music Addiction, no Grupo Cultural de S. Mamede d'Este, em Braga. |
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