|
Natural de Braga, iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Licenciada em Música, pelo Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, na área específica de Canto da classe do Prof. Dr. António Salgado e Música de Câmara com o Prof. Dr. António Chagas Rosa. Pós-Graduada em “Ópera e Estudos Músico-Teatrais” pela Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE). Atualmente leciona as disciplinas de Canto e Coro no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Frequenta o Mestrado em Ensino de Música da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE). Frequentou masterclasses de Técnica Vocal com José Oliveira Lopes; João Henriques; Elisabete Matos; Enza Ferrari; Laura Sarti; Patricia MacMahon; António Salgado; Susan Waters; João Paulo dos Santos, Tha Li Chu, entre outros. Frequentou também vários cursos e seminários de Formação em Ensino e Prática Vocal na Fala e no Canto; Estratégias de Comunicação na História e na atualidade: Investigação em História, Estética e Sociologia da Ópera e Teatro Musical; Psicologia da Performance: Análise Músico-dramatúrgia e Teoria da Performance; O Espetáculo entre o Palco e o Ecrã; entre outros.
Apresentou-se em várias Salas de Espetáculo e Teatros Nacionais, tais como, Auditório Adelina Caravana, Auditório Helena Sá e Costa; Auditório do Parque de Exposições de Braga; Teatro Municipal de Vila Real; Casa das Artes de Arcos de Valdevez; Teatro Municipal de Bragança; Centro Cultural Vila Flor; Casa das Artes de Famalicão; Coliseu do Porto; Sala Teresa Macedo; Auditório do Conservatório de Música de Aveiro; Auditório do DECA; Teatro Helena Sá e Costa; Teatro Aveirense; Teatro Circo; Teatro Municipal de Vila do Conde; entre outros. Trabalhou com os seguintes Encenadores e Maestros: Manuela Ferreira; Marta Fernandes; Marcos Barbosa; Claudia Marisa; António Durães; Sara Erlingsdotter; Peter Konwitscnhy e António Baptista; Antonio Lourenço; Pedro Teixeira; Ferreira Lobo; Artur Pinho; António Saiote; Bruno Martins; João Paulo Fernandes; Vitor Matos; Carlos Pereira; e José Marques. |
|
A “Cabra Çega” nasceu na cidade de Braga, fruto da vontade de um grupo de amigos fazerem música, utilizando a gaita de fole e instrumentos de percussão tradicional portugueses, tais como o bombo e a caixa. A Cabra deu os seus primeiros passos sobre músicas das nossas raízes tradicionais, mas cedo começou a caminhar ao encontro da mistura das mesmas com ritmos e sons contemporâneos que influenciam cada um dos seus elementos. Ao longo do tempo têm vindo a ser recrutadas sonoridades provenientes de outras paisagens, sejam elas do passado, do presente ou mesmo do futuro, e é neste habitat heterogéneo que a Cabra Çega se tem vindo a desenvolver. A energia da Cabra transforma os sítios onde passa, puxa pela dança e envolve o público num espetáculo vivo e intenso. Seja num festival, numa feira ou numa sala de espetáculos, a Cabra vai fazer a festa!
|
|
Contactos: Diogo Martins - 915903844 * Hugo Caseira - 917349933 Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. |
|
Natalino de Jesus nasceu na Madragoa, um dos bairros mais típicos da cidade de Lisboa, paredes meias com o vetusto convento das Bernardas, ao quase místico Largo das Madres. Desde menino que conviveu na ambiência da música popular portuguesa e mormente do Fado. A paixão pela cidade, as suas cores e tipos, as varinas, as marchas populares, desde cedo estão patentes na forma singular como interpreta. Depressa o prazer de cantar o levaria à sua profissionalização enquanto fadista, com apenas 15 anos. Após ter vencido a “Grande Noite do Fado - 1985” – o mais importante festival nacional de fado – começa a gravar, tendo já mais de 200 temas em discos. É, no entanto, ao vivo e nas inúmeras casas de fado da cidade onde sempre tem cantado, que se reconhece o seu valor como intérprete da grande música nacional portuguesa. Além dos seus discos a solo destaca-se também num projeto (Fado para Dois) em que juntamente com Lenita Gentil, gravou dois discos em dueto com temas emblemáticos e algumas criações. Natalino tem desempenhado um importante papel junto das comunidades portuguesas como embaixador do fado. De entre estas participações e espetáculos, salientam-se as suas passagens por Angola, República Democrática do Congo, Estados Unidos da América, Canadá, Alemanha, Suécia, França, Irlanda, Holanda, Inglaterra e Espanha. São também de salientar as vezes que já participou em programas televisivos, tanto em Portugal como no Estrangeiro, designadamente Estados Unidos da América, Canadá e Angola.
Inúmeras vezes padrinho das Marchas Populares de Lisboa, a festa mais significativa da cultura popular lisboeta - em representação de diversas coletividades e bairros (Madragoa, Mouraria e Bairro Alto), Natalino é querido de um povo que vive e sonha saudade e poesia. A comemorar 25 anos de carreira preenchidos com mais de 200 temas gravados e espetáculos por todo o mundo, Natalino de Jesus emprega toda a sua experiência em 2 anos de trabalho intenso em torno do álbum “Este meu Fado”, um disco que mistura temas inéditos e algumas recriações, utilizando novas roupagens a nível musical além da sua interpretação. Este meu Fado é um álbum que ilustra a forma singular como Natalino de Jesus interpreta o fado e suas influências, através da paixão que nutre pela vida e pela cidade que o viu nascer - Lisboa. Conta também com a participação de Rão Kyao, cuja colaboração neste álbum veio enriquecer tanto o seu nível musical como o seu conteúdo final. Este meu Fado é escrito por autores bastante reconhecidos que dispensam apresentações: José Luís Gordo, Vital Assunção, Rão Kyao, Vasco Graça Moura, Fernando Tordo entre outros. Musicalmente conta com a participação de Fernando Silva na guitarra portuguesa, Carlos Macieira na viola de fado e Paulo Ramos na viola baixo, não esquecendo a presença de Rão Kyao que garante o selo de qualidade exigida para este álbum. Toda a experiência adquirida durante todo o percurso de produção e gravação deste disco, com todas as vontades e influências, leva-nos a afirmar que estamos na presença do melhor trabalho discográfico de Natalino de Jesus, levando o mesmo a considerar que Este meu Fado "é o meu disco". |