Victor Castro
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Em 1999, gravou o CD “Victor Castro interpreta”, no qual executa obras de consagrados compositores como Paulo Bellinatti, Mertz, Albéniz, Nikita Koshkin e Augustin Barrios, sendo um dos primeiros violonistas portugueses a gravar um cd de violão erudito. Em 2001, lançou o 2º CD intitulado “Tradição Livre”, mostrando arranjos que fez de música tradicional da Ilha Terceira (Açores) para o violão erudito. Já realizou concertos a solo em Portugal, Alemanha, Estados Unidos, Argentina e em vários estados do Brasil (São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocatins, Pará, Rio Grande do Norte, Amazonas e Maranhão). Também realizou trabalhos em Portugal com diversos músicos estrangeiros, tais como a violinista Evgenia Soltys (Rússia), o violoncelista Orest Grytsyouk (Ucrânia), o flautista Mikail Roussal (Ucrânia) e o 1º clarinetista da orquestra de Milão, o italiano Cristiane Latini. Em 2005, juntamente com o guitarrista açoriano Paulo Cunha, desenvolveu o projeto “Tributo a Carlos Paredes”, no qual interpreta, em guitarra de Coimbra, composições do célebre guitarrista. O Tributo foi apresentado em várias cidades portuguesas e no Brasil no ano de 2006 (ver mais em http://www.tributoacarlosparedes.net). Tocou com a orquestra de Câmara da Escola de Música do Maranhão, no Teatro Arthur Azevedo em agosto de 2007. Foi convidado a participar nas IV e V Semana do Violão. Ganhou duas vezes o prêmio “Raphael Rabelo” no Festival Nacional de Violão do Piauí (FENAVIPI), em Fevereiro de 2008 e 2009. O concurso teve como jurados ilustres intérpretes do violão, como os consagrados professores brasileiros Henrique Pinto e Fábio Zanon, Marco Pereira, Sebastião Tapajós, e a croata Ana Vidovic, destaque mundial do violão na atualidade. Destaques
Em 2010 foi distinguido em Lisboa pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas com o “Prémio Talento 2009”. Este prémio pretende distinguir portugueses residentes no estrangeiro que se notabilizaram em áreas como a música, teatro, cinema, artes plásticas, entre outras. Ainda em 2010 foi em turnê por Portugal continental e Açores, realizando 22 concertos com o seu “Victor Castro Trio”. Em 2011 lançou seu livro de transcrições de sonatas dos compositores italianos Baldassare Galuppi e Francesco Gasparini. Neste mesmo ano participou em concertos a solo por Portugal e na Semana de Violão de São Luis. Também participou como guitarrista de várias apresentações do Show “Chico para encantar”. Em 2012, em comemoração do IV centenário de São Luis- Ma, estreou a peça “Suite Maranhense” do compositor maranhense Ubiratan Sousa, com a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). Está lançando o seu 3º CD e uma série de livros com composições e arranjos seus pela Editora AvA Musical Editions. www.editions-ava.com Lecionou guitarra clássica no Conservatório Regional de Angra do Heroísmo (Portugal) por oito anos. Atualmente, mora em São Luís – MA (Brasil), foi professor e coordenador do curso de guitarra clássica na Escola de Música do Estado do Maranhão, professor de Guitarra Clássica na UEMA (Universidade Estadual do Maranhão). Atualmente, ministra aulas particulares e masterclasses, dividindo ainda seu tempo entre a performance a solo e com outros músicos. |
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Ligações URL: victorcastroguitar.musicblog.com.br
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De entre os destaques de sua carreira, pode-se citar a estreia de obras de vários compositores, entre os quais: Thimothy Jonhson, Antero Ávila, Thomas Kupsch, Ubiratan Sousa; o concerto das comemorações do “10 de Junho” para Sua Exc. Presidente da Républica Dr. Jorge Sampaio; convidado do Ciclo de Guitarra da Secretaria da Cultura de Coimbra e do Festival Internacional Francisco Lacerda; Integral da obra para violão de Lopes-Graça em concerto no Auditório da SPA, Lisboa.
Victor Castro Trio - Baião de Lacan - Guinga





A sua evolução teve etapas distintas consoante os pontos cardeais onde esta expressão se fez sentir: Desde as Estudantinas clássicas que ainda hoje persistem na Europa Central, passando pela influência da Estudiantina Figaro - único fenómeno que atravessa transversalmente o tema desde a Europa à América Central e Sul - indo às Estudiantinas de Acetato e do interesse da industria de radiodifusão Norte-Americana por este fenómeno, nomeando a tradição tuneril centro e sul Americana, passando pela influência da Tuna Espanhola no nosso mais recente paradigma tuneril português e terminando na nossa própria tradição tuneril oriunda de finais do Século XIX, com as tunas dos Liceus Nacionais então a despontarem no dealbar do Século XX.
O mundo desconhecido da Tuna Estudantil portuguesa é imenso, está ainda por explorar devidamente por parte do leitor, mesmo que existam hoje, já, estudos e trabalhos científicos de grande relevância que vão recolocando a Tuna Estudantil na senda da verdade histórica - tão deturpada que foi nos últimos 30 anos grosso modo - e que, ao estudá-la, permite uma completa e renovada visão da sua autenticidade, importância cultural e génese musical que detém efectivamente, descolando assim da imagem tão «martelada» que foi erradamente transmitida desde o seu ressurgimento nos anos 80/90 do Século passado.
Depois da sua apresentação em público no 2º Festival de Teatro Amador de Braga, o grupo efetuou inúmeros espetáculos por todo o país, participando em festivais, convívios, festas e romarias, com destaque para os que se realizaram no Coliseu dos Recreios (Lisboa), Theatro Circo (Braga) e Teatro Garcia de Resende (Évora). Recentemente, tem levado a música tradicional além fronteiras, contando no seu curriculum com espetáculos em Fortaleza (Brasil), Nantes (França), Galiza e Valladolid (Espanha). Com três CD’s editados, o Canto D’Aqui, procura dar aos seus temas novas sonoridades, enriquecendo assim o cancioneiro nacional. É ainda de mencionar a participação recente do grupo na Festa do Avante em 2012, no Festival Intercéltico de Sendim em 2013, e no Festival Castro-Galaico de Nogueiró (Braga), onde surge como entidade coorganizadora. Em todos os espetáculos, obteve um grande reconhecimento perante o público.
Em 2011, o grupo Canto D’aqui enveredou num outro projeto em colaboração com o grupo Sopros de Zeca, do qual resultou o espetáculo de tributo a Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, que nos últimos três anos, tem contado com casa cheia no Theatro Circo na noite de 23 de Fevereiro, sendo já um concerto de referência na cidade.




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