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Novos Restelos

Novos RestelosNovos Restelos

Fazendo jus ao nome Novos Restelos, eles "partiram" em busca de novas expressões da Música Portuguesa nunca descurando o que há demais marcante em termos de influências várias das quais souberam fazer um aproveitamento muito "sui generis".

António Augusto, José Lage e Mário Caeiro promoveram este projeto com uma rota previamente definida, da qual resultaram trajetórias que passaram pela divulgação de canções portuguesas não-originais com novos arranjos instrumentais, até a uma seleção de músicos onde as dinâmicas de trabalho permitissem um bom trabalho de equipa. Um conjunto de temas originais de António Augusto, culminou nos inéditos que agora apresentam no seu primeiro CD “Trilhos”.

São "Restelos" porque o projeto nasce no Restelo, precisamente no local onde no século XV os Portugueses partiram para os Descobrimentos. São "Novos" porque pretendem integrar-se sempre em novos ambientes sonoros na Música Portuguesa.

Os músicos são: António Augusto (voz e guitarras); José Lage (teclas); Mário Caeiro (acordeão e voz); Torcato Rocha (baixo e voz); Sérgio Costa (bateria e percussão) e Zé Manel (guitarras).

Novos RestelosO gaiteiro Paulo Marinho (Gaiteiros de Lisboa, Sétima Legião) e a fadista Tânia Oleiro participaram como convidados especiais neste projeto, além de um coro de alunos da turma J do quinto ano da Escola El-Rei D. Manuel I de Alcochete (2010/2011).

Tendo por temática dominante o Amor, as canções dos Novos Restelos, incorrem numa banalidade melódica e na simplicidade da harmonia. Bem sabemos que só a leitura de um verso, poderá ter na sua entoação musicalidade, mas também sabemos que para muitos "um verso sem música é como um rio sem água".

LigaçõesPaula Cordeiro 

Up Music Talents

Novos Restelos - Dança a dois

www.facebook.com/pages/Novos-Restelos

MÃO MORTA

Os Mão Morta formaram-se em Braga em Novembro de 1984, estreando-se ao vivo em Janeiro do ano seguinte no Orfeão da Foz, no Porto. Depois de em 1986 ganharem o Prémio de Originalidade no III Concurso de Música Moderna do RRV, em Lisboa, editam o seu primeiro álbum, homónimo, em 1988. Aplaudidos pela imprensa musical e com uma crescente legião de fãs, rapidamente se tornam um grupo de culto, colhendo rasgados elogios de personalidades tão diversas como Nick Cave ou Jello Biafra (Dead Kennedys). Com uma discografia de doze álbuns de originais (a que se juntam registos ao vivo e compilações) – grande parte deles reiteradamente incluídos nas listas dos melhores do ano ou de sempre da música portuguesa –, com várias participações nos grandes eventos musicais do país (como Paredes de Coura, Alive, Rock in Rio ou Primavera Sound), com uma forte aposta na realização de espetáculos multimédia singulares – de que se destacam “Müller no Hotel Hessischer Hof”, estreado no Centro Cultural de Belém em 1997, ou “Maldoror”, estreado no Theatro Circo de Braga em 2007 – e com algumas incursões por Espanha, França, Itália ou Brasil, os Mão Morta, ao longo das últimas três décadas, souberam como ninguém aliar a música à literatura (trazendo à ribalta escritores e poetas como Heiner Müller, Guy Debord, Allen Ginsberg, Isidore Ducasse ou J. G. Ballard) e têm tido sempre uma palavra a dizer quanto ao rumo do rock feito em Portugal.

Clique para ler a biografia completa

Formação
      

Adolfo Luxúria Canibal

Vocalista e letrista

Miguel Pedro

Baterista, programador, compositor e produtor

António Rafael

Teclista, guitarrista, compositor e produtor

Sapo

Guitarrista

Vasco Vaz

Guitarrista e compositor

Joana Longobardi

Baixista

Discografia
1988 - "Mão Morta" 1990 - "Corações Felpudos" 1991 - "O.D., Rainha do Rock & Crawl" 1992 - "Mutantes S.21" 1994 - "Vénus em Chamas" 1995 - "Mão Morta Revisitada" 1997 - "Müller no Hotel Hessischer Hof" 1998 - "Há Já Muito Tempo Que Nesta Latrina o Ar Se Tornou Irrespirável"
2001 - "Primavera de Destroços" 2002 - "Ao Vivo na Aula Magna" 2003 - "Carícias Malícias" 2004 - "Nus" 2008 - "Maldoror" 2009 - "Rituais Transfigurados" 2009 - "Mão Morta 1988-1992" 2010 - "Pesadelo em Peluche"
             
2014 - "Pelo Meu Relógio São Horas de Matar"              

Enraizarte

EnraizarteEnraizarte

Em 2008 três canalhos iniciaram esta viagem com a formação de festa transmontana, gaita, caixa e bombo. Desde ai até hoje, as raízes estenderam-se dando forma a um grupo de 11 músicos, quase todos vindos dos campos da música erudita, criando uma sonoridade original, complexa, em que o denominador comum é a identidade da música tradicional. Com uma linguagem que deriva desde a ortodoxia até ao experimentalismo (passando por névoas de jazz, reggae, rock e outros estilos) a criação resulta num estilo ecléctico e diferenciado, com recriações de temas tradicionais e criações de temas originais sem nunca renegar o que nos une: a alma transmontana.

EnraizarteO projecto tem duas formações, a de animação de rua composta por 6 elementos e a formação de concerto composta por 11 elementos.
Com a primeira formação temos participações variadas em diversas feiras medievais com é o caso de Chaves; Vila Real e Monção (2009) bem como a animação de tradições como é o exemplo da Sexta-feira 13 em Montalegre e ainda diversas actuações em bares e discotecas pelo Norte de Portugal e Galiza, onde conseguimos criar um ambiente tradicional no meio de um ambiente de dança alternativa e participações em diversos festivais como é o exemplo do Andanças e El burro e el gaiteiro 2009. De salientar a participação em Guimarães Capital da Cultura 2012; Tasquinha São Nicolino (a tradição onde ela é preservada); Festa dos Povos 2013 e 2014; Funchal (Madeira) 2014 e Arredas Folk Fest 2013 e 2014.

EnraizarteEm Palco já actuamos várias vezes em Chaves, na Feira dos Sabores de Chaves, no Auditório do Centro Cultural de Chaves, concertos na sala de espctáculos Casino Sol Verde, Governo Civil de Vila Real, Dolce Vitae Vila Real, abertura do Palácio das Artes no Porto. Somos o projecto organizador do Flaviaefest. A afirmação do projecto foi no Byonritmos 2011 e 2012; Festa do Caldo, Quintandona 2011 e 2012, “10 anos de noites folk” Contagiarte (Porto); Arredas Folk 2012; Festival “Dias de Revolusom” 2013 entre outros...

2014 ficou marcado com concertos realizados no Hard Club do Porto e "Festival da Lusofonia" em Pau - França.
2015 é o ano de Cem Soldos receber os Enraizarte no Festival "Bons Sons" e o ano do tão desejado regresso ao palco do Arredas Folk Fest.

Contactos: Marcelo Almeida - 965315060

Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Ligações

URL: www.projectoenraizarte

Issuu: Projeto enraizarte

facebook.com/enraizarte

Enraizarte - Chapéu da Monda

Projecto Enraizarte

Enraizarte - Myspace

 Enraizarte - Reverbnation


Enraizarte - Palco Principal

CRASSH

CRASSH é:

+ workshops (crianças, jovens, famílias, empresas, etc...)

+ instalaPons (permanentes ou temporárias)

+ show cases (o concerto à sua medida)

+ street concerts (em movimento e em qualquer lado)

+ stage concerts (todo o poder CRASSH num grande palco)

CRASSH apresenta hoje espetáculos Universais que se adaptam a todos os palcos e públicos. Vencedor de vários prémios nacionais e recentemente vencedor do Prémio “Público” no Festival Internacional de Teatro de Castilla e Lyon - Espanha.

O espetáculo CRASSH acontece em qualquer lado, seja num grande palco parado ou em movimento, para pequenos ou graúdos a diversão e surpresa é garantida! Para CRASSH a música é uma constante quotidiana presente em tudo, das botas aos baldes, dos tubos aos capacetes… tudo é motivo e base para o movimento e para o som. Onde a voz é sempre em CRASSHonês, e entre melodias conhecidas e originais crasshianos, o público é servido por uma energia contagiante, uma representação energética e um humor a toda a prova, num espetáculo para todos...

Sem barreiras linguísticas e dirigido a todas as idades, CRASSH apresenta sempre uma mistura de várias formas de arte, que apelam de uma forma abrangente aos apaixonados pela percussão, música, comédia, dança, teatro e também a arte de representar, por si própria. CRASSH proporciona verdadeiros momentos de diversão.

CRASSH tem preparado vários concertos de forma a poder apresentar-se em todo o tipo de espaços, sejam salas fechadas ou em movimento por ruas movimentadas, sempre com um espetáculos inovadores na exploração cénica e plenos de interação com o público.

WORKSHOPS CRASSH style

A incitação é para todos: desmistificar a construção/execução da música, edificando de forma lúdica e informal experiências que permitem cultivar o corpo, e a mente usando estes e outros instrumentos. Um objetivo que com variadíssimas e novas experiências é desenvolvido em workshops cheios de ritmos. Sem complicar e brincando aprende-se e a jogar edifica-se. Denotados pelo à-vontade e a boa disposição, os workshops CRASSH são uma possibilidade de fazer e compor música em grupo através de experiências e desafios que mexem com instrumentos ao alcance de todos.

Corpo, percussão, voz ou outros instrumentos, todos presentes, aprendidos e trabalhados de uma forma prática em que atividade surge associada aos sons para permitir a construção de experiências musicais.

Sempre com uma linguagem informal, findam etapas de um programa bem estruturado de forma que o público, adultos ou crianças, possam deter facilmente conceitos e linguagens do mundo da música.

Ligações

URL: www.crassh.com

 CRASSH pt

 facebook.com/crassh

Apoios Bobina Studio

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Canal Youtube - Música e Músicos